Em ação !
abril 14 2010 - In: Sem categoria, Sketchbook Thiago Gonçalves
Este video foi produzido pelo grande amigo Diego CWB …
YES… i really bleed ink…
abril 14 2010 - In: Sem categoria, Sketchbook Thiago Gonçalves
Este video foi produzido pelo grande amigo Diego CWB …
abril 13 2010 - In: Do processo, Estudos Thiago Gonçalves
Eu gosto muito de tinta oleo - que isso fique claro. Entretanto, tenho treinado utilizando tinta acrilica, pela praticidade e $$. Agora, para alguém como eu, acostumado com tinta oleo, que leva dias (e até semanas) para secar, usar tinta acrílica é quase monástico. A bendita da tinta seca em questão de segundos. Olhou para o lado - Secou. Tomou um gole de chá - Secou. Mesmo assim, é MUITO pratico. Acabou de trabalhar é só lavar com água e pronto, pincéis novos em folha. Utilizar água como diluente é muito conveniente. Além disso eu posso realizar os trabalhos em qualquer superficie. Tenho feito meus estudos sobre papel kraft em um magnífico livro que ganhei do grande amigo Alessandro Martins .
Eis o capa do sketchbook
No início da jornada eu usei papel sulfite (de baixa gramatura) e obtive bons resultados (tendo em vista que eram apenas estudos).
Dicas para aquecer sua produção:
A prática constante é nossa ferramenta de aprimoramento e viabilizar esta é imperativo para aquele que quer obter bons resultados. Eis alguns pontos que podem ajudar no processo:
Motivação - Encontre algum tema que te motive e utilize este para alavancar sua produção.
Organização - Procure deixar suas tintas e pincéis organizados (e limpos), de forma que, quando arrebatado pela inspiração você possa responder prontamente a esta.
Faça acontecer - Estabeleça uma meta de estudos, ex. “vou pintar diariamente”.
Mobilidade - Carregue um caderno de rascunhos e procure desenhar sempre que possível; nesse caso, treinar com tinta acrilica é SUPER conveniente, tudo que você precisa : um pincél, um potinho com água e uns 3 tubos de tinta (sombra natural, preto e branco por exemplo).
Observação - Procure observar o mundo ao seu redor e passe a perceber as cores e formas das coisas que te cercam.
Eis alguns resultados que obtive utilizando tinta acrilica:
abril 12 2010 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
É isso ae pessoal, até Nosferatu aderiu o movimento:
Nosferatu vegetariano - Acrilico sobre papel
outubro 10 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
junho 23 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
Algo pra variar, encomenda da Grindhouse :
junho 8 2009 - In: Do processo Thiago Gonçalves
Aqui estou eu novamente. Correndo como o vento, trazendo algumas novidades.
Estou trabalhando no Project Grind House , deem uma olhada no blog do projeto para mais detalhes. Além disso tenho um novo link, atualizado quase diariamente, com imagens de todos os meus projetos. Nos albuns tem diversas imagens em varios estágios de produção. [SeLá]
Mesmo assim, aqui vai um:
Bela Lugosi - Oleo sobre papel (Homenagem ao Nicolas Delavy )
…
maio 11 2009 - In: Estudos Thiago Gonçalves
maio 4 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
| De Frank - color |
Eis que corria, enterrando pé após pé na neve fofa. Nesse tipo de frio, o suor pode te matar por congelamento. Como um punhal que você mesmo encrava em suas costas. Mas não ele. Ele tem vigor e é obstinado.
Ser descartado não é facil, assim percebeu a criatura. E os questionamentos ? E seus desejos invalidados ? Quem paga pelas engrenagens deixadas fora da maquina?
Arrependimento ? Isso não aperta os parafusos.
Jaz ancorado ao seu proprio destino, mergulhado num oceano gélido, onde seu unico desejo é enxergar uma luz pálida no horizonte.
Já é noite e o vento uiva. Não posso parar. O caminho é longo…. [SeLá]
abril 21 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
A vida moderna é cheia de consternações. Mesmo recluso em minha cela ainda sinto a pressão da responsabilidade.O tempo agora pesa sobre meus ombros e a velhisse me abraça, assim como a teia de uma aranha abraça uma abelha. E como uma abelha que perdera o ferrão, a vida não nos deixa escolha a não ser o Aeternun Jacere. Talvez o terror o qual testemunhei tenha sido a ultima martelada em minha lápide e estas palavras, meu Epitaphiu.
Sou conhecido como irmão Mallachias da ordem Beneditina e minha ocupação é de traduzir antigos textos.
Tive a graça de ser enviado a Abadia de Kloster Ettal, ao sul da Bavária, a 3 anos atrás, e é onde me encontro atualmente. Talvez seja conveniente informar que nos encontramos no ano de Nosso Senhor de 1432. Uma Época cheia de milagres da modernidade, embora o assunto que me leva até este manuscrito tenha uma natureza contraria a origem de qualquer milagre. Espero que consiga encontrar paz no colo cálido do desabafo. Nessas páginas, irei dar o meu testemunho dos acontecimentos de três noites, onde o sobrenatural e o sombrio fizeram-se real perante estes olhos.
A três noites atrás me encontrava iniciando a tradução de um curioso texto que encontrava-se em Aramaico. Devida natureza sigilosa de tal texto, pouco sei sobre sua origem. Aparentemente fora descoberto ao Norte de Damasco, e enviado a espanha para recondicionamento. Em seguida encaminhado ao vaticano que por fim deixaram a meu encargo a tradução.
Este se mostrou um grande desafio, testando minhas habilidades de linguista ao extremo.
Pouco entendia, devido a natureza poética e subjetiva de seu conteúdo. Mesmo assim, aos poucos, fui tomando consciência da natureza das escrituras.
Ao inicio parecia um conto, que descrevia uma época a milhares de anos atrás, onde horrores caminhavam pela terra. Descrevia uma guerra travada nos céus e nos oceanos. Dizia que uma tregua foi estabelecida entre as partes. Uns foram elevados a uma dimensão invisivel da luz, enquanto outros foram confinados às sombras. Estes Antigos, continuavam em suas dimensões, esperando, observando e odiando. Aguardam em silêncio a quebra da trégua.
A segunda parte do texto foi traduzida na noite seguinte. Ela perdia um pouco do caráter subjetivo e poético e tomava um outro rumo. Descrevia ritos e invocações que tinham como objetivo abrir um portal entre as dimensões. Sua tradução foi relativamente rápida, não cheguei a recitar o conteúdo; sei dos perigos encerrados em ler determinados textos - Já presenciei resultados desastrosos do incorreto encadeamento de palavras. A idade ensina ter cautela e respeito pelas coisas que ultrapassam a razão.
Em um determinado momento, retirei-me do escribarium afim de buscar mais material para transcrição. É incrivel como ações tão simples podem ser tão desastrosas. Chegando no aposento, percebi que a porta estava aberta e uma luz estranha escorria porta a fora. Ao adentrar, percebi que o bibliotecário empunhava as traduções e as recitava. Agora uma garganta, feita da mais pura escuridão, se abria em um vortice elíptico que convergia para dentro de a si mesmo. Esse evento conteve minhas palavras e movimentos. Eu estava paralisado.
A medida que crescia, esta boca sem dentes, sorvia a luz que se fazia presente, conferindo uma atmosfera crepuscular aos eventos que se passavam. Dentro do portal , era possivel observar o abismo e sentir o terror de seu constante observar. Seus movimentos silenciosos, como cobra que observa a presa antes do bote. Então, emoldurado pelo vortice, o bibliotecário, encarava o abismo que o convidava para adentrar seu oceano de pesadelos. Foi então que, como em transe, ele caminhou para dentro do portal, deixando apenas o vazio para trás. Corri até a entrada, na intenção de o impedir. Mais uma vez, minha intervenção foi tardia. Agora eu me encontrava frente a frente com as sombras.
Aos poucos, obsevervei um movimento pálido em meio a turbulência. Um rosto emergiu das trevas. E este largou um sussurro. Embora em meio a escuridão, era muito claro o que ele sugeria.
Naquele momento atirei todas as escrituras e suas respectivas traduções para dentro do fosse escuro. Me afastei. Logo, aos poucos o portal perdia força, até se fechar e engolir a si mesmo.
Não ouso proferir as palavras que a face dissera. Estas eu levo para o meu túmulo, e as lacro em meu ultimo repouso. Deixo, como meu epitáfio, as chaves que irão acordar a serpente. Que Deus tenha piedade dos homens. [SeLá]
A face - Oleo sobre Foan
| De Belmegof |
Andamento:
abril 11 2009 - In: Finalizados Thiago Gonçalves
Exilado.
Nas sombras se esconde.
Nas sombras aguarda.
Das sombras retornará. [SeLá]
abril 7 2009 - In: Estudos Thiago Gonçalves
all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy all work and no play makes jack a dull boy …
abril 6 2009 - In: Andamento, Do processo Thiago Gonçalves
O elo frágil. Ponto de ruptura. A gota que cai no copo e o faz transbordar…[SeLá]
Resultado até agora:
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| De Joker |
março 22 2009 - In: Finalizados Thiago Gonçalves
março 18 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
Eu realmente quero acreditar que vou conseguir finalizar a série de quadros com monstros de filmes antigos. Para estimular a fé eu criei o meu proprio altar para a maior serie de todos os tempos: The X-Files.
…Portanto segue o rascunho ja feito na tela… agora só falta a tinta:
werewolf - FUTURAMENTE Oleo sobre tela - 50×70
E como diria a Scully: -”Mulder there is no time!” [SeLá]
março 8 2009 - In: Estudos Thiago Gonçalves
| Robert - Oleo sobre chapa de plastico.
… The Cure - Disintegration |
Oh I miss the kiss of treachery The shameless kiss of vanity The soft and the black and the velvety Up tight against the side of me And mouth and eyes and heart all bleed And run in thickening streams of greed As bit by bit it starts the need To just let go My party piece Oh I miss the kiss of treachery The aching kiss before I feed The stench of a love for a younger meat And the sound that it makes When it cuts in deep The holding up on bended knees The addiction of duplicities As bit by bit it starts the need To just let go My party piece But I never said I would stay to the end So I leave you with babies and hoping for frequency Screaming like this in the hope of the secrecy Screaming me over and over and over I leave you with photographs Pictures of trickery Stains on the carpet and Stains on the scenery Songs about happiness murmured in dreams When we both us knew How the ending would be... So it's all come back round to breaking apart again Breaking apart like I'm made up of glass again Making it up behind my back again Holding my breath for the fear of sleep again Holding it up behind my head again Cut in deep to the heart of the bone again Round and round and round And it's coming apart again Over and over and over Now that I know that I'm breaking to pieces I'll pull out my heart And I'll feed it to anyone Crying for sympathy Crocodiles cry for the love of the crowd And the three cheers from everyone Dropping through sky Through the glass of the roof Through the roof of your mouth Through the mouth of your eye Through the eye of the needle It's easier for me to get closer to heaven Than ever feel whole again I never said I would stay to the end I knew I would leave you with babies and everything Screaming like this in the hole of sincerity Screaming me over and over and over I leave you with photographs Pictures of trickery Stains on the carpet and Stains on the memory Songs about happiness murmured in dreams When we both of us knew How the end always is How the end always is... ... Isso ja diz o suficiente...[SeLá] |
março 7 2009 - In: Finalizados, Sem categoria Thiago Gonçalves
Essa noite sonhei que tinha virado tudo aquilo que eu mais temia. Sonhei que era vazio.Vazio é a sina de copo de chá quente num dia frio. É também, a sina dos egoistas e dos que buscam vingança. O egoista nunca possui tudo que espera possuir e o vingativo embarca numa triste viagem sem fim. E esta foi a revelação.
Ao acordar senti o vibrar de meu coração batendo forte. Percebi que não passava de um sonho ruim. Apenas um sonho ruim. [Selá]
março 2 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
E la estava eu, a cerca de 150 passos dos portões de Enoque, carregando nada mais do que 40 dias e 40 noites de viagem. Era noite e as tochas estavam acesas dando um criptar funésto as sombras dos guardiões que se posicionavam na entrada da cidade.
A lua se encontrava em órion e a luz era rala e escorria sobre as partes metálicas das minhas vestes, conferindo um cintilar azul pálido aos adornos. A cerca de 50 passos, fui ordenado a parar. Não fui comandado por verbo mas por simbolo. Os verbos são as criaturas mais perigosas destas bandas.
Eles agora se aproximavam em movimentos identicos, marchando. Aos poucos suas faces perderam o desfoque da distância, percebi que carregavam algo de sobrenatural em si. Eram mais do que guardiões. Sua missão não era impedir a entrada de forasteiros - mas sim a saída dos enoqueanos.
Em suas bocas carregavam uma aranha, para que picassem suas linguas se falassem. Um besouro lhes sussurrava nos ouvidos, para que só ouvissem verdades. E salamandras faziam morada nas cavidades oculares, para que insuflassem terror nos corações dos ímpios.
Se eram anjos ou demonios não cabe a mim responder. Antes de sair, perguntei para onde era seguro ir. Uma mão esqualida surgiu por dentro dos panos que vestiam uma das figuras, e com um movimento leso apontou a direção contrária da que vim.
Agora eu caminhava em passo acelerado, sem olhar para trás, ouvindo apenas o tilintar dos metais, foi quando ouvi: -”Gomorra”, ecoar ao longe num som difuso. Preferi não olhar para conferir a origem. O verbo é uma criatura terrivelmente perigosa por estas bandas…..
fevereiro 26 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
Ipod é a configuração do lamento do século 21. Você compra por um preço que é o olho da cara (ou de outro lugar), em seguida passa a ter prazeres inimagináveis. Em pouco tempo você mais parece ter saído de algum tipo de filme de horror haitiano. É praticamente um zumbi. E agora de alma vendida caminha por Curitiba a fora, mais entretido consigo mesmo que Dalton Trevisan. E naturalmente, dependendo da região de Curitiba que você estiver caminhando, pode surgir um “pinhead” correndo e tomar o seu cubo mágico, bem como seu dinheiro da passagem. E lá estará você, com 11 parcelas no cartão de crédito, ouvindo um travesti que passa gritando: “O que lhe da prazer, senhor?” [Selá]
fevereiro 23 2009 - In: Sem categoria Thiago Gonçalves
Alguns na folia e outros “desfoliados”. O lema aqui é: aos pincéis e avante ! Acordei hoje com vontade de desbeiçar meus pinceis e escolhi um tema extremamente especial: a donzela criada para apaziguar o coração bio-mecanóide da besta. Pouco entendemos sobre a força da criação sobre o criador. Somos compelidos a criar e muitas vezes a se desfazer da criação - ou destruir a criatura. Como atribuir valor de cambio a um bem simbólico? A algo que carrega nosso interior consigo. Como vender um pedaço de sua propria alma? Oscar wilde deixou clara a inutilidade da arte. Pra que serve a arte ? A arte não serve para nada. Entretanto a ausência de utilidade não exclui seu valor nem a força exercida sobre os que a contemplam. No final das contas, os criadores e os que contemplam são preenchidos pela criação - ambos encontram um pedaço de si.
Creio que no fundo não somos muito diferentes do homem de lata que procura seu coração. Todos procuramos algo q nos faça sentir menos despedaçados (ou desbeiçados), quer seja o calor da folia, a ternura de um amor ou a lealdade de seus pincéis.[Selá]
fevereiro 20 2009 - In: Do processo Thiago Gonçalves
Marx tinha razão, a vunerabilidade é respirável. Nesses momentos de oxidação precoce é importante ter em mente as sábias palavras de Tyler Durden: “Só depois de perder tudo é que ficamos livres para fazer qualquer coisa”. [Selá]
…
Que desmancha eu sei, agora entre os vidros anti-reflexivos vai demorar mais… Vos deixo com rascunho e sua resultante emoldurada. Gostaria de deixar um agradecimento as aulas de Art Noveau do ilustríssimo Professor Manoel Schroeder, pois foi durante uma aula dessas que esse rascunho emergiu , o que sobretudo constitui um péssimo exemplo - Alunos, não desenhem nas aulas, senão a nota cai e o desemprego aumenta.